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domingo, 25 de junho de 2017

GIGANTES GENTIS

GIGANTES GENTIS
Mensagem de Maria Chambers
24 de junho de 2017

Os seres humanos estão tão ocupados em se melhorar. Tornando-se mais fortes, mais atraentes, mais ricos, mais saudáveis, mais inteligentes, mais educados, mais apreciados, mais bem-sucedidos, mais espiritualizados, mais dignos… e, no entanto, isso tudo é uma total perda de tempo.

Porque, se eles não estão reconhecendo a existência de sua alma, todas as tentativas, ações e correções os levam… a lugar nenhum.
As pessoas estão começando a reconhecer essa verdade. Estão se tornando mais perturbadas. Mesmo que cheguem mais perto de atingir seus objetivos, ainda parece que algo está faltando. E, então, se culpam. Pensam que não fizeram o suficiente, ou que fizeram a coisa errada. Ou põem a culpa no destino, na economia, no governo, ou nos genes.

Ou apenas na má sorte.

Não é interessante que tendamos a fazer a mesma coisa quando sentimos que essa iluminação encarnada não está funcionando do jeito que esperávamos. Assumimos a culpa ou a posição de vítimas.

Mas, na verdade, é muito mais difícil a transformação do que qualquer um de nós imaginou. Não fizemos nada de errado. Ninguém é culpado. Mas, podemos começar a achar que não estamos destinados a isso nesta existência. Pode parecer um sonho impossível.

Aqueles dentre nós que estão na vanguarda dessa transformação para o humano divino são um grupo consideravelmente resistente. Poderíamos ser chamados de gigantes gentis. Somos gentis por natureza, cheios de amor, mas também somos gigantes em nosso campo.

Passamos das conversas animadoras da nova era ou dos contos etéreos sobre a iluminação.

Não estamos interessados em amenizar esta experiência. Passamos pela mais densa escuridão. Nossas vidas desmoronaram-se. Fizemos o que parece ser um processo interminável e vimos permitindo que o espírito chegue cada vez mais perto. Todavia, parece, às vezes, que temos muito pouco para mostrar. Pelo menos no tangível.

Mas, realmente sabemos que algo está acontecendo e a prova é que estamos nos sentindo cada vez mais distanciados de nossos antigos eus e deste mundo em que vivemos. Estamos começando a reconhecer que temos um parceiro que vive conosco que não sente dúvida ou medo.

Sabemos que algo está acontecendo porque confiamos em nossa sabedoria em detrimento dos outros, mesmo daqueles que certa vez reverenciamos. E definitivamente confiamos em nossa voz em detrimento daqueles que considerávamos amigos íntimos ou outros relacionamentos semelhantes.

E estamos cada vez menos preocupados com o que os outros pensam de nós, de maneira geral.

Não somos influenciados pela culpa. Ou por outras formas de manipulação. Nós percebemos isso a milhas de distância. Bem, nem sempre. Às vezes se esgueiram sobre nós. Gastamos algum tempo com alguém, e mais tarde dizemos para nós mesmos: “Que ** foi essa?”

Mas, não estamos tão interessados em dissecar nossos problemas. Porque sabemos agora que eles não são de fato nossos problemas. Que alívio! Imaginam todo o tempo, energia e dinheiro que estamos poupando nesse projeto?

Muitos de nós somos adeptos disso, ou não somos? Provavelmente podemos recitar todas as condições corporais e suas origens emocionais, à maneira de Louise Hay, em relação a nós e aos outros.

Todavia, notamos que nem mesmo conhecendo as causas ou as origens desses problemas emocionais ou físicos não faz muito para que desapareçam?

E isso é porque não se trata de uma transformação mental. Não estamos tentando nos psicologizar ou mudar nossas crenças ou nossos velhos padrões como humanos.

E é exatamente por isso que ficamos tão frustrados, às vezes. Continuamos pulando de volta para a ação, mesmo que seja uma ação mental. E, infelizmente, esse processo não funciona dessa forma.

A parte mais difícil desse processo é a mente querer manter o controle. Ela ama dançar com o medo, a dúvida e a desesperança, porque são emoções com que está familiarizada. E essas emoções têm persistido em nós e permanecido em nossas células por muito tempo.

Nenhum de nós, que esteja passando por esta iluminação encarnada, poderia dizer com convicção que funcionaria da maneira que esperávamos. De fato, não estamos cem por cento certos para onde deveríamos ir. Ao longo do caminho, mudamos nossas expectativas. Principalmente à medida que mergulhamos mais profundamente na experiência e começamos a rasgar o próprio tecido de nossas vidas.

SOMOS ÍNTEGROS E COMPLETOS

E quanto mais avançamos, com menos pessoas em nossas vidas diárias conseguimos nos relacionar. Podemos tentar explicar-lhes quem somos e pelo que estamos passando, mas vemos os seus olhos vidrados. Para cada desconforto físico e emocional por que estamos passando, eles têm uma explicação ‘lógica’ ou médica.

Assim, percebemos que não podemos obter a espécie de apoio que desejamos de alguém que não esteja passando pelo mesmo processo. Começa a parecer que estamos cercados por crianças do ensino fundamental, em termos de crescimento da alma ou grau de conscientização.

Deste modo, pode ser bastante solitário. Mas, para ser gigantes em nosso campo, utilizamos isso também, para aproveitar a nossa resolução interior. É a oportunidade perfeita para depender ainda mais da própria Presença Divina.

Porque, aquilo que nos distingue também de outros seres humanos, é que reconhecemos a nossa alma, e, nesse reconhecimento, nos sentimos íntegros e completos. Não estamos buscando amor e aprovação do lado de fora. Isso é profundo.

E isso nos torna até mais sensíveis àqueles que ainda estão querendo extrair esse amor e aceitação dos outros. E se eles não estão reconhecendo que também são almas, eles estarão definitivamente fazendo isso.

Percebemos que não precisamos ou queremos ser a fonte para que os outros se sintam melhor acerca de si mesmos. Não podemos nos dar ao luxo de ser salva-vidas para alguém. Sabemos, bem no íntimo, o que se exige para ser um humano em ascensão. Sabemos que os outros vão ter que passar pelas próprias transformações, no próprio tempo.

Estamos no processo de descobrir o modo mais profundo e mais autêntico em que um ser humano pode amar-se. É preciso um gigante em seu campo para passar por isso.



Copyright © 2017, Maria Chambers. 
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Tradução de Ivete Brito – adavai@me.com  – www.adavai.wordpress.com 

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