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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

QUANDO SOU VULNERÁVEL É QUE SOU FORTE



QUANDO SOU VULNERÁVEL É QUE SOU FORTE
Mensagem de Tatiane Guedes
20 de fevereiro de 2017
Eu comecei o ano de 2017 sentindo e vibrando paz.
Meus pedidos — bem poucos, perto dos inúmeros agradecimentos — eram recitados em prol do fluxo, da fé, da sabedoria, da leveza e da alegria.

Eu seguia tão conectada com toda essa vibração, que comecei a ouvir, no meu silêncio, a guiança maior. E foram muitas as mensagens, todas muito amorosas e acolhedoras. Eu estava sendo cuidada, ou melhor, eu finalmente reconheci que sou muito cuidada e amada.
Mas, foi exatamente aí que eu mesma me descuidei.
Neste ultimo mês, eu fiquei de ‘recuperação’ e tive que revisitar alguns aprendizados que eu tanto já ensinei por aí. Confesso que eu me senti uma farsa, me senti vulnerável, sofri, não entendi. Instalei uma alergia no maior órgão o meu corpo — a minha pele — e quando me dei conta da dor que estava me causando, eu chorei profundamente. Uma tristeza por perceber que eu estava me machucando novamente.

Por que você está fazendo isso com você mesma, Tatiane? Para quê?”

Foi a mesma pergunta que eu me fiz ao me olhar no espelho e ver minha pele toda machucada.

E ainda que eu tivesse uma resposta amorosa para tudo isso, ainda que eu tivesse razões que justificassem a minha escolha de trabalhar mais de 14 horas por dia, ainda que eu tivesse para quês conectados ao meu propósito, que é o meu maior chamado nessa existência, eu me olhei no espelho e chorei de tristeza por ter me abandonado. De novo.

E foi naquele momento que eu me vi. Eu vi a minha dor, o meu cansaço. Naquele momento, tão vulnerável frente ao espelho, eu me lembrei do pacto esquecido: “Eu cuido de mim com amor”.

Nessa hora, metade de mim me julgava ‘Você é uma farsa!’, enquanto outra metade dizia ‘Está tudo bem, foi só uma forma de você retomar o seu caminho’.

Então, eu tive duas escolhas: me odiar ou me amar.

E eu me amei. De novo.

Na minha maior vulnerabilidade, eu me abracei. De novo.

Nos meus lapsos de memória, eu me recordei da importância do como. E revisitei uma das últimas mensagens que recebi dos meus guias:

"Menina,
Há uma outra forma, você sabe. Ainda falta confiança, ainda falta lembrar que nós estamos com você. Você é tão amada!
Nós honramos tanto a sua vida e o seu servir.
Nós honramos tanto a sua escolha e o seu coração puro.
Não estamos pedindo nada a você.
Você não deve nada a ninguém. Você entendeu?
Você não deve nada a ninguém.
Enquanto acreditar que você tem que, que você deve fazer algo por alguém, sempre ficará pesado a você.
Queremos que você pare por um instante e veja que nós estamos cuidando de tudo! De cada pessoa que está chegando, de cada passo de vocês, estamos orientando a todos através do coração.
Vocês têm e sempre terão livre arbítrio, e assim, poderão ou não ouvir nossos comandos em vossos corações, mas isso não muda o fato de estarmos com cada um de vocês"
.

Eu lembrei da minha humanidade, e deixei um sorriso surgir no canto da boca.

E decidi vir aqui compartilhar tudo isso com você. Pois, se em algum momento você me colocou em um pedestal, acreditando que eu não tenho problemas e nada mais a aprender, eu te digo: eu sou igual a você.

Sou mestre e aprendiz.

Sou Luz e sombra.

Sou Amor e medo.

Sou Tudo e nada.

Sou Divina e sou humana.

E é só por haver dualidade em mim que eu ainda existo nessa forma, em um corpo. Do contrário, eu nada seria aqui neste plano e estaria apenas amalgamada com a Verdade de tudo o que É.

E ainda que hoje este corpo esteja um pouco machucado, eu agradeço por ele vir me lembrar que eu posso escolher, de novo, me cuidar com Amor. Ser Amor para transbordar Amor.

Quando sou vulnerável, eu relembro a Força que me habita.

Somos Um.


http://www.luzdegaia.org/outros/diversos/vulneravel.htm

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