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Fatima dos Anjos

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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

ASCENSÃO - UM NOVO OLHAR SOBRE O TEMA


Ascensao
  

Um novo olhar é necessário sobre este tema. Uma nova compreensão necessita ancorar em nós, de modo a que possamos compreender a razão primeira e última do processo ascensional.

Na verdade ninguém ascende. Essa é uma das muitas ilusões nas quais estamos mergulhados. E ninguém ascende porque já somos plenamente Divinos. Para onde queremos ascender, afinal? Nós já estamos, como Essência, no ponto mais elevado da estrutura deste Universo Vertical. Somos unos com o Absoluto. Somos o Divino dentro do tempo, cumprindo parte de uma tarefa que tem como função única a elevação da substância universal até ao Centro Gerador que lhe deu expressão.

O processo de ascensão não diz respeito à nossa consciência profunda, mas
sim à substância que nos compete trabalhar em sucessivas etapas da existência temporal. É a Substância que ascende, não a Consciência.

Assim sendo, conceitos como “Mestre Ascenso”, por exemplo, têm que ser completamente redefinidos. Na verdade, não existem Mestres Ascensos, mas sim Mestres de substância ascendida. Foi a substância dos seus corpos, trabalhada em sucessivas etapas, que ascendeu a patamares superiores da manifestação Cósmica e não a Consciência profunda desses seres, pois se o foco está em cima e não em baixo, então não existe Ascensão mas o recolher da Consciência ao centro de onde foi emanada.

O processo de ascensão planetário em curso está, por isso mesmo, relacionado com a substância do planeta Terra que irá subir uma dimensão. Todas as Consciências encarnadas neste universo temporal têm como única função a elevação da substância, nos seus diferentes patamares, a um estado imaculado.

Compete-lhes, por isso mesmo, trabalhar a substância dos seus corpos para que um dia a possam entregar, devidamente refinada, nos braços doces do aspecto feminino do Universo. Também um Logos tem como função trabalhar a substância do seu corpo, seja este um planeta, uma estrela ou uma galáxia, e sintetizá-la num ponto de Luz que será levado ao altar do Supremo Ser.

Esta é a razão primeira que fez com que o Divino se desdobrasse em infinitas consciências, prolongamentos da única Vida existente, permitindo, assim, que a substância deste Universo temporal pudesse ser reintegrada no Centro que permitiu a sua manifestação.

A nossa consciência não ascende, apenas se recolhe ao Centro Maior de onde é uma emanação do infinito. E é exactamente a partir desse recolhimento que traz, por arrasto, a substância em ascensão.

Apenas o Reino Humano o pode fazer. Outros Reinos, como o Dévico e o Angélico, não têm essa função. Não lhes compete trabalhar a substância na síntese a ser realizada, mas ajudarem nessa tarefa, fornecendo as ferramentas necessárias à conclusão da missão que nos trouxe do Universo Estacionário, até um Universo Espaço-Temporal.

Quando encarnamos neste Universo foi-nos passado para as mãos o barro em bruto e foi-nos dito: “Trabalhai-o com o Fogo do vosso Espírito”. Em etapas sucessivas dessa Encarnação Maior, esse barro foi sendo moldado ganhando forma e brilho. Um dia, dentro do processo linear-temporal, o barro será transformado em Luz e em Luz será devolvido ao Pai.

Esta é a razão de ser da nossa existência dentro deste Universo Temporal. Nada mais nos é pedido que a transubstanciação desse barro, cumprindo-se a nossa Tarefa Maior: o retorno da substância ao centro que lhe deu expressão.

Paz Profunda, Pedro Elias


Um novo olhar é necessário sobre este tema. Uma nova compreensão necessita ancorar em nós, de modo a que possamos compreender a razão primeira e última do processo ascensional.

Na verdade ninguém ascende. Essa é uma das muitas ilusões nas quais estamos mergulhados. E ninguém ascende porque já somos plenamente Divinos. Para onde queremos ascender, afinal? Nós já estamos, como Essência, no ponto mais elevado da estrutura deste Universo Vertical. Somos unos com o Absoluto. Somos o Divino dentro do tempo, cumprindo parte de uma tarefa que tem como função única a elevação da substância universal até ao Centro Gerador que lhe deu expressão.

O processo de ascensão não diz respeito à nossa consciência profunda, mas sim à substância que nos compete trabalhar em sucessivas etapas da existência temporal. É a Substância que ascende, não a Consciência.

Assim sendo, conceitos como “Mestre Ascenso”, por exemplo, têm que ser completamente redefinidos. Na verdade, não existem Mestres Ascensos, mas sim Mestres de substância ascendida. Foi a substância dos seus corpos, trabalhada em sucessivas etapas, que ascendeu a patamares superiores da manifestação Cósmica e não a Consciência profunda desses seres, pois se o foco está em cima e não em baixo, então não existe Ascensão mas o recolher da Consciência ao centro de onde foi emanada.

O processo de ascensão planetário em curso está, por isso mesmo, relacionado com a substância do planeta Terra que irá subir uma dimensão. Todas as Consciências encarnadas neste universo temporal têm como única função a elevação da substância, nos seus diferentes patamares, a um estado imaculado.

Compete-lhes, por isso mesmo, trabalhar a substância dos seus corpos para que um dia a possam entregar, devidamente refinada, nos braços doces do aspecto feminino do Universo. Também um Logos tem como função trabalhar a substância do seu corpo, seja este um planeta, uma estrela ou uma galáxia, e sintetizá-la num ponto de Luz que será levado ao altar do Supremo Ser.

Esta é a razão primeira que fez com que o Divino se desdobrasse em infinitas consciências, prolongamentos da única Vida existente, permitindo, assim, que a substância deste Universo temporal pudesse ser reintegrada no Centro que permitiu a sua manifestação.

A nossa consciência não ascende, apenas se recolhe ao Centro Maior de onde é uma emanação do infinito. E é exactamente a partir desse recolhimento que traz, por arrasto, a substância em ascensão.

Apenas o Reino Humano o pode fazer. Outros Reinos, como o Dévico e o Angélico, não têm essa função. Não lhes compete trabalhar a substância na síntese a ser realizada, mas ajudarem nessa tarefa, fornecendo as ferramentas necessárias à conclusão da missão que nos trouxe do Universo Estacionário, até um Universo Espaço-Temporal.

Quando encarnamos neste Universo foi-nos passado para as mãos o barro em bruto e foi-nos dito: “Trabalhai-o com o Fogo do vosso Espírito”. Em etapas sucessivas dessa Encarnação Maior, esse barro foi sendo moldado ganhando forma e brilho. Um dia, dentro do processo linear-temporal, o barro será transformado em Luz e em Luz será devolvido ao Pai.

Esta é a razão de ser da nossa existência dentro deste Universo Temporal. Nada mais nos é pedido que a transubstanciação desse barro, cumprindo-se a nossa Tarefa Maior: o retorno da substância ao centro que lhe deu expressão.

Paz Profunda, Pedro Elias


Um novo olhar é necessário sobre este tema. Uma nova compreensão necessita ancorar em nós, de modo a que possamos compreender a razão primeira e última do processo ascensional. Na verdade ninguém ascende. Essa é uma das muitas ilusões nas quais estamos mergulhados. E ninguém ascende porque já somos plenamente Divinos. Para onde queremos ascender, afinal? Nós já estamos, como Essência, no ponto mais elevado da estrutura deste Universo Vertical. Somos unos com o Absoluto. Somos o Divino dentro do tempo, cumprindo parte de uma tarefa que tem como função única a elevação da substância universal até ao Centro Gerador que lhe deu expressão. O processo de ascensão não diz respeito à nossa consciência profunda, mas sim à substância que nos compete trabalhar em sucessivas etapas da existência temporal. É a Substância que ascende, não a Consciência. Assim sendo, conceitos como “Mestre Ascenso”, por exemplo, têm que ser completamente redefinidos. Na verdade, não existem Mestres Ascensos, mas sim Mestres de substância ascendida. Foi a substância dos seus corpos, trabalhada em sucessivas etapas, que ascendeu a patamares superiores da manifestação Cósmica e não a Consciência profunda desses seres, pois se o foco está em cima e não em baixo, então não existe Ascensão mas o recolher da Consciência ao centro de onde foi emanada. O processo de ascensão planetário em curso está, por isso mesmo, relacionado com a substância do planeta Terra que irá subir uma dimensão. Todas as Consciências encarnadas neste universo temporal têm como única função a elevação da substância, nos seus diferentes patamares, a um estado imaculado. Compete-lhes, por isso mesmo, trabalhar a substância dos seus corpos para que um dia a possam entregar, devidamente refinada, nos braços doces do aspecto feminino do Universo. Também um Logos tem como função trabalhar a substância do seu corpo, seja este um planeta, uma estrela ou uma galáxia, e sintetizá-la num ponto de Luz que será levado ao altar do Supremo Ser. Esta é a razão primeira que fez com que o Divino se desdobrasse em infinitas consciências, prolongamentos da única Vida existente, permitindo, assim, que a substância deste Universo temporal pudesse ser reintegrada no Centro que permitiu a sua manifestação. A nossa consciência não ascende, apenas se recolhe ao Centro Maior de onde é uma emanação do infinito. E é exactamente a partir desse recolhimento que traz, por arrasto, a substância em ascensão. Apenas o Reino Humano o pode fazer. Outros Reinos, como o Dévico e o Angélico, não têm essa função. Não lhes compete trabalhar a substância na síntese a ser realizada, mas ajudarem nessa tarefa, fornecendo as ferramentas necessárias à conclusão da missão que nos trouxe do Universo Estacionário, até um Universo Espaço-Temporal. Quando encarnámos neste Universo foi-nos passado para as mãos o barro em bruto e foi-nos dito: “Trabalhai-o com o Fogo do vosso Espírito”. Em etapas sucessivas dessa Encarnação Maior, esse barro foi sendo moldado ganhando forma e brilho. Um dia, dentro do processo linear-temporal, o barro será transformado em Luz e em Luz será devolvido ao Pai. Esta é a razão de ser da nossa existência dentro deste Universo Temporal. Nada mais nos é pedido que a transubstanciação desse barro, cumprindo-se a nossa Tarefa Maior: o retorno da substância ao centro que lhe deu expressão. Paz Profunda, Pedro Elias

Leia mais no site de Pedro Elias em
http://www.pedroelias.org/artigos/item/38-ascensao
Um novo olhar é necessário sobre este tema. Uma nova compreensão necessita ancorar em nós, de modo a que possamos compreender a razão primeira e última do processo ascensional. Na verdade ninguém ascende. Essa é uma das muitas ilusões nas quais estamos mergulhados. E ninguém ascende porque já somos plenamente Divinos. Para onde queremos ascender, afinal? Nós já estamos, como Essência, no ponto mais elevado da estrutura deste Universo Vertical. Somos unos com o Absoluto. Somos o Divino dentro do tempo, cumprindo parte de uma tarefa que tem como função única a elevação da substância universal até ao Centro Gerador que lhe deu expressão. O processo de ascensão não diz respeito à nossa consciência profunda, mas sim à substância que nos compete trabalhar em sucessivas etapas da existência temporal. É a Substância que ascende, não a Consciência. Assim sendo, conceitos como “Mestre Ascenso”, por exemplo, têm que ser completamente redefinidos. Na verdade, não existem Mestres Ascensos, mas sim Mestres de substância ascendida. Foi a substância dos seus corpos, trabalhada em sucessivas etapas, que ascendeu a patamares superiores da manifestação Cósmica e não a Consciência profunda desses seres, pois se o foco está em cima e não em baixo, então não existe Ascensão mas o recolher da Consciência ao centro de onde foi emanada. O processo de ascensão planetário em curso está, por isso mesmo, relacionado com a substância do planeta Terra que irá subir uma dimensão. Todas as Consciências encarnadas neste universo temporal têm como única função a elevação da substância, nos seus diferentes patamares, a um estado imaculado. Compete-lhes, por isso mesmo, trabalhar a substância dos seus corpos para que um dia a possam entregar, devidamente refinada, nos braços doces do aspecto feminino do Universo. Também um Logos tem como função trabalhar a substância do seu corpo, seja este um planeta, uma estrela ou uma galáxia, e sintetizá-la num ponto de Luz que será levado ao altar do Supremo Ser. Esta é a razão primeira que fez com que o Divino se desdobrasse em infinitas consciências, prolongamentos da única Vida existente, permitindo, assim, que a substância deste Universo temporal pudesse ser reintegrada no Centro que permitiu a sua manifestação. A nossa consciência não ascende, apenas se recolhe ao Centro Maior de onde é uma emanação do infinito. E é exactamente a partir desse recolhimento que traz, por arrasto, a substância em ascensão. Apenas o Reino Humano o pode fazer. Outros Reinos, como o Dévico e o Angélico, não têm essa função. Não lhes compete trabalhar a substância na síntese a ser realizada, mas ajudarem nessa tarefa, fornecendo as ferramentas necessárias à conclusão da missão que nos trouxe do Universo Estacionário, até um Universo Espaço-Temporal. Quando encarnámos neste Universo foi-nos passado para as mãos o barro em bruto e foi-nos dito: “Trabalhai-o com o Fogo do vosso Espírito”. Em etapas sucessivas dessa Encarnação Maior, esse barro foi sendo moldado ganhando forma e brilho. Um dia, dentro do processo linear-temporal, o barro será transformado em Luz e em Luz será devolvido ao Pai. Esta é a razão de ser da nossa existência dentro deste Universo Temporal. Nada mais nos é pedido que a transubstanciação desse barro, cumprindo-se a nossa Tarefa Maior: o retorno da substância ao centro que lhe deu expressão. Paz Profunda, Pedro Elias

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