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Fatima dos Anjos

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

ANKH





Ankh

O Ankh, também conhecido como "Chave da Vida" ou "Cruz Ansata" é o antigo símbolo egípcio para a vida eterna. Segundo o Livro dos Mortos, o Ankh é a Chave da Vida e um dos mais importantes símbolos da Antiguidade.

Existem muitas teorias sobre a origem deste símbolo. Uma delas explica que o arco superior representa o Sol sobre o horizonte, como alusão ao renascimento. O eixo vertical representa a energia positiva, masculina, Yang e o eixo horizontal representa a energia negativa, feminina, Yin. A combinação destas duas forças faz do Ankh um símbolo de fertilidade, poder criativo e vida.

O Ankh aparece nas colunas de Karnac e em quase todos os monumentos do Antigo Egipto. É representado em peças de artesanato, esculturas, baixos-relevos e pinturas murais, por vezes sendo oferecido ao faraó por uma divindade. Como peça de joalharia, costuma ser feito em ouro, metal atribuído ao Sol. Também é frequente o seu uso como símbolo de meditação, desenhado em papiro ou pergaminho e ilustrado com cores intensas.

Graças a ser um símbolo tão antigo e tão poderoso, foi adaptado por várias tradições ao longo dos tempos. Assim temos algumas derivações do Ankh usado pelos Rosacruzes e pelos Cristãos Coptos como símbolo da ressurreição de Cristo.

Como talismã, o Ankh é usado para proteção, fertilidade e ainda para simbolizar a imortalidade e o sagrado.

As Propriedades Eletromagnéticas da

Ankh de Maat

A Ankh, sagrada chave que abre as portas da Vida Eterna, é exibida ritualisticamente na mão dos deuses do panteão do Antigo Egito, e Aton, o Disco Solar, apresentado pelo faraó Akhenaton como o único Deus, estende-a nove vezes ao mesmo tempo para os habitantes do Plano Terra, conforme se acha retratado em painéis daquela misteriosa civilização. Misteriosa, porque até hoje os pesquisadores não conseguiram explicar de forma aceitável como teria sido possível construir com tanta perfeição matemática monumentos como as pirâmides, que supostamente teriam como finalidade principal servir de túmulo aos reis. Nenhuma outra civilização antiga fascinou a mente dos místicos tanto como a egípcia. Os ocidentais brancos foram buscar ali os elementos com que construíram não só as teorias de suporte para as suas ordens e fraternidades esotéricas, como se apoderaram de símbolos da religião Kemetica e os estilizaram a seu gosto, criando novas versões para antigos enunciados dogmáticos. Um desses símbolos, muitas vezes transformado em mero signo (símbolo misticamente morto) é a Ankh, que esses esoteristas europeus e americanos passaram a chamar de Cruz Ansata, muitos deles tentando provar, sobre os mais sofisticados sofismas, que esta seria a matriz da Cruz Cristã. A Ankh pertence a Maat, filha de Ra e consorte de Thoth, associada ritualisticamente a Ptah e a Anpu (Anubis).



 




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